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Vem aí uma nova versão de “Bullitt”, dirigida por Steven Spielberg

"Bullitt" Steven Spielberg

Longa está ainda em fase de roteiro e terá uma história inédita com o mesmo personagem Frank Bullitt, eternizado com seu Mustang nas cenas de perseguição pelas ladeiras de São Francisco

Existem alguns filmes que são tão icônicos, marcantes e eternos, que achamos que deveria ser até proibido fazer um “remake”, sob pena que quebrar seu encanto. É o caso de “Bullitt”, estrelado pelo inesquecível Steve McQueen. Lançado em 1968, essa obra reinventou as cenas de perseguição de carros e transformou um certo Ford Mustang Fastback verde escuro em mais do que um famoso carro do cinema, mas em uma verdadeira lenda.

54 anos depois, “Bullitt” não foi esquecido nem pelos fãs e nem por quem é da indústria cinematográfica. O diretor Steven Spielberg está trabalhando em um novo “Bullitt”. Novo porque o filme de Spielberg será apenas baseado no policial vivido por McQueen no longa original, mas com uma história totalmente inédita. Ou seja: não será um “remake” e sim uma espécie de sequência. Ainda bem!

O “Bullitt” de Steven Spielberg: por enquanto, poucos detalhes

Como o projeto está ainda em fase de pré-produção, por enquanto ainda há pouca informação disponível. Sabe-se que um dos roteiristas é Josh Singer (dos filmes “The Post” e “Spotlight” e da série “Law & Order”), e que o filho de McQueen, Chad McQueen, e a neta, Molly McQueen, são produtores executivos.

Não se sabe ainda se este novo filme também irá se passar na San Francisco anos 1960 (que na época era a atual) — numa espécie de continuação do original — ou se será um “Bullitt” dos tempos modernos e passado em outra cidade.

E mais: qual será o ator que terá a difícil missão de viver o Frank Bullitt do Século XXI?

O Mustang do original

O filme de 1968 se tornou célebre principalmente pelas cenas de perseguição pelas ladeiras de San Francisco, onde o Ford Mustang do mocinho persegue o coadjuvante Dodge Charger dos bandidos. Filmadas com os carros em velocidades reais — chegando às 110 milhas/h —  e sem os efeitos digitais de hoje, muitas das sequências tiveram o próprio Steve McQueen ao volante, que na vida real era também piloto, além de um grande colecionador de automóveis. Morreu vítima de um câncer nos pulmões, em 1980.

Nas filmagens foram usados dois Mustangs. Um deles foi usado por dubles em saltos e outras cenas mais pesadas e no final das filmagens estava tão acabado que foi vendido para um ferro velho.

O outro, participou das cenas mais “lights”, sendo pilotado pelo próprio McQueen. Este foi trocando de mãos ao longo do tempo e leiloado em 2020, atingindo a astronômica quantia de US$ 3,4 milhões.

Já contamos aqui no Maxicar a história de ambos:

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