Assista ao vídeo! Além dos carros-anfitriões, teve hot hod, conversível japonês, esportivos brasileiros…
Nada representa melhor a “marca da gravatinha” no Brasil do que o Opala e o Chevette, dois modelos pioneiros. Por isso escolhemos para nossa imagem principal do Clássicos Clube do Chevrolet de Julho uma em que aparecem ambos.
Chevettes originais — principalmente os da primeira fase, de 1973 a 1977, apelidados de “Tubarão” — estão em plena extinção. É que por causa de sua tração traseira, o Chevette tem sido muito utilizado em atividades pouco nobres como rachas e zerinhos clandestinos. Em mãos erradas, são rebaixados e maltratados, acabam durando pouco. Então, nossos parabéns aos proprietários desses dois exemplares tão bem preservados.

Essa edição aconteceu no último domingo, 27, como de costume no Modelódromo do Ibirapuera. É um encontro aberto não apenas a sócios do Clube do Chevrolet e/ou proprietários de modelos antigos da marca. Modelos nacionais e importados de outros fabricantes e produzidos há pelo menos 30 anos são muito bem-vindos.
Veja outros destaques do Clássicos Clube do Chevrolet de Julho
Chevrolet Special de Luxe Coupê 1940

Outro modelo que dificilmente encontramos em versão original. Por causa de sua sensacional traseira, o Coupê — e também o Business Coupê, que era usado por caixeiros viajantes devido ao enorme porta-malas — são muito utilizados na construção de hot rods.
Quase gêmeos
Falando neles, confessamos que custamos a perceber que são dois e não somente um hot rod nessas fotos. Reparou? São duas réplicas T-Bucket — baseadas no Ford Modelo T — 1923, importados dos Estados Unidos e que já estão no Brasil há uns 20 anos. E como dizem que hot rods são como “obras de igreja”, nunca ficando completamente finalizados, esses foram sofrendo pequenas alterações ao longo dos anos. Um deles, por exemplo, já teve pintura amarela.
Willys Jeep CJ6 1962

Muito raro atualmente, esse Jeep de chassi mais longo e quatro portas é muito mais conhecido pelo apelido: “Bernardão”, uma alusão à São Bernardo do Campo, cidade onde era produzido.
Esportivos brasileiros
No mesmo evento dois dos mais bonitos e desejáveis esportivos brasileiros dos anos 1960 e 70. O primeiro um Interlagos 1964, a versão brasileiro do A108, lançado sob autorização da francesa Renault, detentora da marca Alpine. Foi o primeiro automóvel nacional com carroceria em fibra de vidro.
O outro um Puma GTE 1972, com suas rodas de magnésio “tijolinho”, bolhas nos faróis, limpadores de parabrisa cruzados e lanternas do Ford Corcel. Muito estilo!
Made in Japan

Teve até conversível japonês no Clássicos Clube do Chevrolet de Julho. Simples, leve, divertido e muito rápido, o Mazda MX5 tem uma legião de entusiastas. Teve como fonte de inspiração os roadsters ingleses dos anos 1960. Recebeu outros nomes: Miata nos EUA e Eunos no Japão. Lançado em 1989, já está em sua 4ª geração. Esse é de 1991.
Oldsmobile Cutlass 1969

Tudo em casa, com esse coupê da General Motors, considerado médio para os padrões norte-americanos. Podia ser equipado com motor 6 cilindros em linha ou três versões do Rocket V8. O câmbio podia ser manual ou automático. Disponível também em versões Sedan, Station Wagon ou Conversível. Esse é da terceira geração.
Redação: Fernando Barenco
Fotos e video: Odair Ferraz – Visite sua Loja Virtual
















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