As coincidências são meros acontecimentos
ocasionais, como querem fazer crer os matemáticos
- ou haverá algo por trás disso? Douglas HiII
investiga a extraordinária teoria desenvolvida pelo
famoso psicólogo C. G. Jung.
Sempre que se apontam provas para explicar fenômenos
paranormais, os racionalistas contra-atacam com a palavra
"coincidência". Mas nos últimos anos
os defensores da paranormalidade contam: com sua própria
arma, o conceito de sincronicidade, desenvolvido pelo grande
psicólogo e filósofo Carl Gustav Jung. Jung,
um incansável defensor da liberdade de pensamento,
crê que classificar um acontecimento de "coincidência"
não implica fechar as portas para uma maior avaliação
dos fatos. As coincidências acontecem, é verdade,
e, o que é mais importante, elas parecem significar
alguma coisa para os que as experimentam. Jung salientou
que muito poucas pessoas não tiveram pelo menos uma
experiência na vida que classifiquem como, “coincidência
significativa". Muitos relutam em explicar, avaliar
esses acontecimentos, com medo de serem acusados de credulidade
ou superstição. Mas, ao mesmo tempo, muitas
vezes sentimos que há algo além do mero acaso.
Em seu ensaio sobre a sincronicidade, cujo subtítulo
é Um princípio conectivo não-causal,
Jung aventura-se corajosamente nessa região inexplorada
(que ele descreve como "sombria, dúbia e cercada
de preconceitos"). Lembra-nos que as leis naturais
que regulam nossas vidas são fundadas no princípio
da causalidade: quando uma certa coisa acontece, tem determinada
conseqüência.
A observação empírica e as experiências
provam que isso sempre é verdade, Mas, insiste Jung,
há fatos que o velho princípio da causalidade
não pode explicar.
Esta coluna traz um dos “fatos” do antigomobilismo
que está recheado de “coincidências”
fundadas no princípio da casualidade. O ícone
JAMES DEAN.
James Dean foi morto num acidente de carro em setembro
de 1955. Quando os destroços foram levados a uma
oficina, o motor caiu sobre um mecânico, quebrando-lhe
as duas pernas.
O motor foi então comprado por um médico,
que o colocou num carro de corrida e ele morreu pouco depois.
O carro de Dean foi mais tarde consertado..... e houve um
incêndio na oficina.
Foi exposto em Sacramento, e caiu do suporte quebrando a
bacia de um jovem.
Depois no Oregon, o caminhão que transportava o carro
derrapou e destruiu a vitrine de uma loja.
Finalmente, em 1959, o carro partiu-se em onze pedaços
enquanto estava assentado sobre suportes de aço.
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COMENTÁRIOS PARA ESTA
MATÉRIA
Data: 9/8/2010 Nome: Samuel Candido Email: psisacan@yahoo.com.br Mensagem: Excelente as informações recheadas de mistérios! Valeu Zamma Reis!
Data: 9/8/2010 Nome: Marcos Davi Email: davikg@hotmail.com Mensagem: É algo muitíssimo interessante. Uruca Porschiana! Parabéns pela matéria! Abraço da Scuderia Nostalgica!
Data: 9/8/2010 Nome: Acúrsio Esteves Email: acursio1@gmail.com Mensagem: Grande Zamma
Em relação à este caso, bem como outros tantos que constantemente acontecem à nossa vollta, na falta de uma explicação melhor, de preferência científica, sou tentado a acreditar na velha coincidência, até que me provem ao contrário. Uma boa ideia seria uma explicação razoável para este caso realmente cabuloso do automóvel.
Em tempo, parabéns pelo texto que no mínimo nos deixa curiosos.
Data: 9/8/2010 Nome: Paul William Gregson Email: pwg@terra.com.br Mensagem: Caro amigo Zamma, parabéns pelas informações e mais, pela aula sobre as razões (e contra-razões acerca do tema da coincidência). Resta saber o quê os 11 pedaços causaram por aí......
abraços, Paul
Data: 9/8/2010 Nome: Eteron Sevla Email: Mensagem: OI, amigo, Quanta saudade, espero que no final deste ano vc retorne a sua terrinha e venha me ver. Quanto ao causo, o que foi feito dos outros pedaços,imagine os estragos que eles estão fazendo por ai. Bjs
Data: 9/8/2010 Nome: Sergio L. Berardi Email: berardi Mensagem:
Data: 9/8/2010 Nome: Sergio L. Berardi Email: berardi Mensagem:
Data: 10/8/2010 Nome: Serafino do Miura CLube CARIOCA-RJ Email: seramiura@yahoo.com.br Mensagem: Grande Zamma, parabéns pela reportagem e aconselho a todos o filme de um Plymouth Fury de 1958 onde recebeu o nome de Christine, O Carro Assassino. Já vi esse filme umas 4 vêzes....
Data: 11/8/2010 Nome: Cida Fagundes Email: grupofagundes@r7.com Mensagem: Que análise interessante da coincidencia. Nada é casual tudo é causal. Grande abraço e parabéns.
Data: 12/8/2010 Nome: marialdo ribeiro filho Email: marialdo.ribeiro@yahoo.com.br Mensagem: Parodiando Shekespeare. "Há mais mistérios entre o CARRO e a terra, do que sonha nossa vã filosifia"
Zamma Reis - Soteropolitano,
55 anos, Professor de História pela UFRJ, pós-graduado
pela UNIABEU, Comendador da Cidade do Rio de Janeiro
e Medalha Pedro Ernesto da Câmara Municipal
do rio de Janeiro - 1996, apaixonado pelo antigomobilismo
e "PAI" de um CHRYSLER PLYMOUTH 1948.