Depois de cerca
de 4 anos de restauração, o protótipo
GT Malzoni II voltou ao seu estado original
Foi no dia 11 de novembro de 2006 que André
Valente nos ligou. Havia recebido do cliente e amigo Francisco Malzoni
— o Kiko — uma incumbência extremamente desafiadora:
restaurar o protótipo GT Malzoni II 1963, criado por Rino
e que foi o embrião de uma história de sucesso que
culminou, anos mais tarde, no desenvolvimento do Puma, o esportivo
brasileiro de maior sucesso em sua “geração”.
Fomos até a oficina de André
— a AMV Restaurações — para ver o carro
de perto. Havia acabado de chegar. Combinamos que todo o processo
de restauração seria acompanhado pelo Portal Maxicar,
e após concluído, se transformaria nesta reportagem
que agora você acompanha. Foram 18 seções de
fotos, ao longo de pouco mais de 4 anos. Sempre que havia algum
progresso, íamos nós até lá registrar.
O GT Malzoni
II chegou a Petrópolis completamente desfigurado, mas
preservando a mecânica DKW e o painel original
Valente recebeu um carro literalmente irreconhecível,
que em nada lembrava o Malzoni nº 10 pilotado por Mário
César de Camargo Filho — o Marinho. Durante os cerca
de 40 anos em que o bólido ficou desaparecido, sofreu (literalmente)
inúmeras modificações com o claro objetivo
torna-lo algo o mais parecido possível com um Puma VW —
na base de muito improviso e quilos e mais quilos de massa plástica!
Para começar, foi pintado de amarelo. Na dianteira, um parachoque
de Fusca foi incorporado à carroceria de aço, para
dar um formato mais arredondado. Sob o pseudo-parachoque, uma pequena
entrada de ar, para ajudar na refrigeração do motor,
já que a mecânica original DKW instalada na dianteira
permaneceu. A traseira original arredondada (marca registrada deste
protótipo) deu lugar a uma mais reta, com vidro plano, sempre
com a intenção de fazer o Malzoni se transformar num
Puma dos anos 1970. A alavanca de câmbio, originalmente no
assoalho, havia sido transferida para a coluna de direção,
como dos DKWs convencionais.
Mas com muito trabalho e profissionalismo
o desafio foi vencido!
A vida não andava muito fácil
para a Equipe DKW-Vemag naquela época, apesar das muitas
vitórias. Após o lançamento do Interlagos,
em 1962, a Equipe Willys, sua principal rival, começou a
incomodar. Também pudera! Versão nacional do francês
Alpine A106, os Interlagos Berlinetta eram levíssimos (cerca
de 500 quilos), devido à carroceria fabricada em fibra de
vidro, o que conferia aos pequenos esportivos uma incrível
relação peso-potência (apesar de utilizarem
basicamente o mesmo motor Renault do Gordini, só que com
“cavalaria” adicional), fazendo com que passassem a
vencer provas seguidamente. E para piorar a situação
da turma dos DKWs, neste ano a Willys contava com ases como Luiz
Pereira Bueno, Wilsinho Fittipaldi, José Carlos Pace e Rodolfo
Costa. Bird Clemente só passaria a integrar o time a partir
do finalzinho daquele ano.
Na imagem principal,
o Rino Malzoni e o protótipo com layout de pista. No
detalhe, o carro já transformado em automóvel
de rua pelo próprio Rino
Enquanto isso, para fazer frente, a equipe
chefiada por Jorge Lettry só podia contar com os pesados
e pouco aerodinâmicos sedans Belcar, apesar da incrível
preparação que rendia muitos cavalos extras aos motores
de 3 cilindros. A Equipe DKW-Vemag precisava urgentemente aliviar
o peso, já que o limite daquela mecânica já
havia sido alcançado. Necessitavam de algo novo para o ano
seguinte, 1964.
Amigo do designer e projetista Rino Malzoni,
o piloto Marinho sugeriu a ele a criação de um carro
de linhas esportivas, mais leve que o sedan fabricado pela DKW-Vemag,
mas que usasse a mesma mecânica.
Malzoni já havia desenvolvido em sua
fazenda, localizada em Matão-SP um protótipo coupê
2+2 de rua, tendo como base o mesmo chassi DKW e carroceria de chapas
de aço. De acordo com seu filho, Kiko, este carro foi depois
dado de presente a um sobrinho e acabou se perdendo.
Rino então deu vida ao protótipo
GT Malzoni II, um automóvel de dois lugares, desenvolvido
especialmente para as competições, que utilizava chassi
DKW encurtado e sua mecânica, com câmbio no assoalho.
Também com carroceria de aço, seu acabamento era totalmente
espartano. Na Equipe DKW-Vemag, o carro recebeu o Nº 10 e sua
estréia nas pistas aconteceu nas Cem Milhas da Guanabara,
no Circuito da Barra da Tijuca-RJ. Marinho não conseguiu
completar a prova, já que o protótipo debutante apresentou
um defeito. Mas conquistou a vitória na Prova Simon Bolivar,
realizada em Interlagos, em dezembro de 1964. A carreira do GT Malzoni
II foi bastante curta, tendo participado apenas de cerca de 6 corridas
naquele ano. O desempenho do carro não foi o esperado. Faltava
aliviar o peso e sua carroceria de aço não ajudava
isso em nada.
Comemoração
da vitória na Prova Simon Bolivar, de Interlagos, em
1964. Da esquerda para a direita, Marinho, Rino Malzoni e
Jorge Lettry, chefe da Equipe DKW-Vemag
A essa altura, Rino já preparava,
por encomenda de Jorge Lettry, três carrocerias do modelo
GT Malzoni IV, com levíssima carroceria em fibra de vidro,
cujos moldes foram baseados no terceiro protótipo também
de aço, com carroceria um tanto diferenciada de seu antecessor,
principalmente a traseira. — Eram carrocerias extremamente finas e leves. Verdadeiras
cascas de ovo. Bem diferentes dos Malzonis que foram fabricados
depois para as ruas. — nos conta Kiko.
Com a novidade, Marinho e a Equipe DKW-Vemag
perderam o interesse pelo antigo protótipo II, que acabou
voltando às mãos de Rino. Ele o transformou em um
esportivo de rua, refazendo o interior, instalando parachoques,
rodas raiadas e dando a ele uma nova pintura. Posteriormente, foi
vendido a Francisco Lameirão, também piloto da equipe
de Marinho. O destino do carro desde então permanece um mistério.
Nem Marinho, nem Kiko sabem onde ele foi parar.
O resgate
Há alguns anos, Kiko Malzoni assumiu
a missão pessoal de resgatar os modelos criados por Rino.
— Meu pai nunca criou automóveis com a intenção
de ganhar dinheiro. Era fazendeiro e tinha essa atividade como um
hobby. Fazia pelo puro prazer de fazer. Tanto que quase todos os
carros idealizados por ele foram pensados para seu uso pessoal a
princípio. A única exceção é
o FNM Onça que foi um projeto encomendado pela Fábrica
Nacional de Motores, na época administrada pelos Militares.
Kiko Malzoni preserva a memória
de seu pai, através dos automóveis
Kiko tem hoje uma coleção que
inclui GT Malzoni IV, Puma DKW, Puma Volkswagen, além do
raríssimo Puma 4R, cuja produção foi de somente
4 unidades, sorteadas entre os assinantes da 4 Rodas em 1970, para
comemorar os 10 anos da revista. E a idéia de encontrar o
protótipo GT Malzoni II já estava em sua intenções,
pois acreditava que o esportivo não havia se perdido. Ele
só não sabia por onde começar a sua busca.
Um dia, em meados de 2006, um entusiasta
da marca DKW, morador de São Paulo e conhecido de Kiko, descobriu
num ferro velho (não de automóveis, mas de velharias
em geral) de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, aquele
estranho automóvel amarelo que lembrava um Puma VW, mas no
entanto tinha carroceria de chapas de aço e mecânica
DKW. Observando mais atentamente os detalhes, ele constatou tratar-se
do GT Malzoni II. Seu painel de instrumentos igual ao do DKW Fissore
e o desenho do vidro traseiro panorâmico escondido em meio
a soldas e remendos na carroceria modificada, foram as provas de
que estava ali o carro Nº 10 do Marinho, desaparecido há
mais de 40 anos.
A restauração
Como já dissemos no início
dessa reportagem, o GT Malzoni II chegou à AMV — oficina
de restauração de Petrópolis-RJ pertencente
a André Valente — no dia 11 de novembro daquele mesmo
ano. Especialista nos automóveis da marca Puma e seu similares
— tendo sido o responsável pela restauração
dos outros automóveis da coleção de Kiko Malzoni,
inclusive o Puma 4R citado acima — Valente tinha diante de
si um verdadeiro exercício de superação. Além
de estar totalmente modificado, as referências praticamente
inexistiam a respeito daquele exemplar único. Todo o trabalho
para se chegar às medidas originais exatas, tanto da frente,
quanto da traseira, foi baseado somente em poucas imagens de baixa
qualidade existentes na internet e em publicações
de época. Afinal, aquele protótipo tinha frequentado
pouco as pistas. — Quando a comunidade fã da marca DKW soube que
o Malzoni II estava aqui para restaurarmos, houve uma grande mobilização.
Todos queriam colaborar com informações e imagens
do carro, para nos ajudar. Achei muito bacana essa união
em torno da causa — lembra André.
André Valente é o responsável
pela restauração do GT Malzoni II
André recorda-se também da
decisiva participação de seu pai, Vicente, então
seu braço direito na AMV Restaurações. Foi
de autoria dele os gabaritos e moldes que devolveram ao carro o
seu aspecto original. Seu Vicente morreu vítima de câncer
em junho de 2009. — Ele teria muito orgulho e alegria em ver o resultado
de tanto trabalho. É uma grande pena ele não estar
aqui para admirar a obra pronta!
O GT Malzoni II teve sua restauração
concluída em fevereiro de 2011. Valente considera a parte
mais difícil da restauração, não a dificuldade
de informações, mas sim a falta de mão de obra.
Segundo ele, bons profissionais, que saibam realmente trabalhar
o metal, estão em franca extinção. Houve dificuldades
também em relação à mecânica,
já que hoje poucos conhecem os segredos do motor 2 tempos
e 3 cilindros da extinta marca alemã. — Considero esse o melhor trabalho de restauração
já realizado por André Valente. As informações
eram praticamente nulas. No entanto, ele conseguiu resgatar a originalidade
do carro em seus mínimos detalhes. Basta ver as raras imagens
da época — comemora o orgulhoso Kiko Malzoni.
— O Kiko era um menino que eu carregava
nos meus ombros naquela época. Acho excelente a iniciativa
dele em conduzir esse projeto da restauração, não
só pelo que o GT Malzoni representou, mas principalmente
por resgatar a obra do Rino, meu grande amigo, com quem dividi momentos
especiais, tanto na fazenda Chimbó — onde ele se envolveu
totalmente para realizar o sonho de construir o Malzoni —
quanto nas pistas, vivendo os resultados dos “filhos”
dele. – relembra Marinho.
Todo o processo
de restauração foi acompanhado pela equipe do
Portal Maxicar. O resultado é surpreendente
A história do resgate e restauração
deste verdadeiro elo (quase) perdido dos primórdios do automobilismo
nacional e também da própria indústria automobilística
brasileira, fará parte de um livro a ser lançado ainda
este ano pela Editora Alaúde. Sob responsabilidade de Bob
Sharp e Jorge Medetisch, a obra sobre Rino Malzoni e seus contemporâneos,
fará um retrato daqueles longínquos anos 1960, quando
criatividade e intuição eram as principais ferramentas
de quem se aventurava a trabalhar com automóveis.
— Meu pai teve um papel nessa
história que considero bastante relevante. Ele criou alguns
modelos que se tornaram sucesso, o maior deles indiscutivelmente
é o Puma Volkswagen, com uma produção de quase
20 mil unidades, inclusive com exportações para vários
países. E esse protótipo único GT Malzoni II
faz parte desse projeto amplo, que é não o de apenas
restaurar os seus carros, mas o de resgatar a sua trajetória—
nos conta Kiko.
Texto, fotos e clipe:
Equipe do Portal Maxicar Agradecimentos: a André Valente (AMV - 24
- 2231-7019), Kiko Malzoni e Marinho
Data: 10/3/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Fernando, Parabéns por este trabalho, um verdadeiro "tour de force"! Uma obra cevada no tempo pela paciência e regado pela competência. Que maravilhosa história de recuperação de um protótipo unico,desculpe o pleonasmo. São casos assim que emocionam e engrandecem o antigomobilismo de competição. Certamente o Kiko Malzoni é uma poderosa mola propulsora na meta de resgate do acervo de seu pai, mas em 3 dimensões - tipo "na cor e no vivo"... Mas o seu trabalho, Fernando, a sua redação e o levantamento histórico foram impressionantes. Muito obrigado por mais este belo trabalho que você nos oferece! Um abraço Alexander
Isto foi um trabalho incrível. Um verdadeiro exemplo de superação o que André Valente fez para restaurar o GT Malzoni II, pois como seu texto menciona, não havia quase nenhuma referência, sobretudo em literatura de época, para a realização deste projeto (tarefa tão difícil quanto a de reproduzir a história dos Malzonis). Ve-lo como se tivesse saído da linha de montagem hoje, é curioso e impressionante. EXCELENTE!!!!
Data: 10/3/2011 Nome: Romeu Nardini Email: meco98@uol.com.br Mensagem: Que maravilhoso trabalho! Me lembro bem do inicio de tudo, quando foi divulgado que "tinha sido encontrado o famoso Malzoni de lata". Cheguei a trocar alguns e mails com o Valente e depois com o Fernando do Maxicar, sobre o inicio da restauração. Sabendo do estado em que foi encontrado o carro, já imaginava as dificuldades que iriam encontrar, para fazer o Malzoni "de lata" ressussitar. E o milagre está aí. Ele voltou! Confesso que me emocionei ao ver o video do #10 branquinho, saindo de ré da oficina e dando seus "primeiros passos" pelos paralelepípedos da rua. Fico imaginando a emoçao que tambem devem ter sentido as pessoas presentes naquele momento e daqueles que participaram do magnifico trabalho de recuperação. Parabens ao Kiko, ao Valente e toda a equipe que resgatou essa parte importantissima da história do nosso automobilismo e da industria brasileira de automóveis. Parabens tambem a voce Barenco, por essa cobertura e por disponbiliar esse material para todos os fãs das corridas e das maquinas fora de série. O Rino, lá do andar de cima, tambem deve estar muito feliz sabendo qua a sua obra prima está de volta, firme e linda como sempre. Valeu pessoal!
Data: 11/3/2011 Nome: Luiz Salomão Email: lcdsalomao@gmail.com Mensagem: Essa é uma parte importante da história que estava "quase" que perdida, como o texto diz. O começo de uma saga que serviu para nos dar ótimos ensinamentos e pilotos para admirarmos...valeu a todos e foi pra o blog! abs
Data: 11/3/2011 Nome: João Rodrigues Email: ky-z@hotmail.com Mensagem: Só resta agradecer, ao Kiko, por restaurar a Obra de Arte de seu Pai Rino Malzoni. A quem indicou onde o carro estava, ao Magnifico trabalho de restauro de André Valente. E aos eternos colaboradores - Romeu Nardine, Luiz Salomão, Flavio Gomes e quem mais tenha colaborado. Parabéns a todos, por esse belíssimo resgate.
Data: 11/3/2011 Nome: Herik Email: hnfranco@gmail.com Mensagem: Simplesmente emocionante. Parabéns pela conclusão deste obra de arte
Data: 11/3/2011 Nome: Renato Gualda Email: rigualda@uol.com.br Mensagem: Simplesmente emocionante !!! Parabéns. Vocês conseguiram resgatar uma parte da história do automóvel no Brasil. Abraços. Renato
Data: 11/3/2011 Nome: Alfredo Gehre Email: alfredogehre@globo.com Mensagem: Acompanhei toda a trajetória da "Equipe Vemag" e o Marinho foi - e ainda é - meu maior ídolo. O número 10 ficou registrado e ligado ao seu nome. Vi este carro nos anos 60 e agora vendo estas fotos fico realmete emocionado ! Parabéns pelo excelente trabalho de restauração. Este Malzoni faz parte integrante da história do automobilismo nacional.
Data: 12/3/2011 Nome: Helio Mendonça Email: lubisomem01@yahoo.com.br Mensagem: Graça a Deus mais um elo da nossa historia automobilistica brasileira salva, + um belissimo trabalho feito pelo Valente.. Parabens...
Data: 12/3/2011 Nome: Sergio Luis dos Santos Email: Mensagem: Um conselho, troca a trilha sonora do vídeo que é horrorosa, ainda mais que não deixa ouvir o ronco do renascido Malzoni. Fora isso, sensacional!
Data: 13/3/2011 Nome: Ricardo Oppi Email: oppioldcars@hotmail.com Mensagem: É de encher nossos olhos de emoção. De ter visto ao vivo como estava, e agora como retornou ao original. Parabens Valenti, pela sensibilidade com que realizou o trabalho. Parabens Kiko, pela luta para manter viva a saga do Malzoni.
Oppi
Data: 13/3/2011 Nome: Roberto Nasser Email: curador@museudoautomovel.org.br Mensagem: fernando, parabéns pela constancia do esforço em acompanhar esta messe de exumação histórica. localizar o automóvel, remover as adições e mudanças, trazer o malzoni II à originalidade, é grande passo no verdadeiro antigomobilismo, o de preservar a história através da preservação autêntica dos veículos brasileiros que construíram esta história. generosidade de quem localizou e indicou; coragem do kiko em comprar o então travesti, esforço do andré em dar vida à pesquisa, e a vocês do maxicar pelo registro que eterniza a volta à vida histórica. parabéns a todos. não posso, entretanto, perder a oportunidade de sugerir a você, perto destes agentes, que depure um pouco da história em torno dos malzoni. há uma unidade igual à salva, com o restaurador pp viola. seria interessante sabermos se, desta carroceria, dita malzoni II, houve cópias, e quantas. parabéns renovados a todos. o país e a história são devedores deste êxito. r nasser
Data: 14/3/2011 Nome: Ricardo Corona Email: ricardobcorona@hotmail.com Mensagem: Parabéns pela persisstencia de um pesquisador, pela paciencia de um monge, pela dedicação de um pai para com seu filho e a alegria de uma criança.
Data: 14/3/2011 Nome: Erik Email: eoveye@hotmail.com Mensagem: Fantastico. Parabéns a todos envolvidos nesse fabuloso trabalho de preservação da memória automobilistica nacional. E agora que a missão está cumprida, Kiko, que tal ir a caça do Malzoni I? abs
Data: 14/3/2011 Nome: Douglas de Almeida Email: pumaclubdirtec@yahoo.com.br Mensagem: Parabéns à todos, sem dúvida uma preciosidade volta às formas originais, e a história se fotalece lutando contra o esquecimento dessa fantástica época, onde homens e máquinas eram insuperáveis e havia paixão e muita entrega.
Data: 14/3/2011 Nome: Felipe F. Email: playmobil_19@hotmail.com Mensagem: - Simplismente lindo esse carro.
Data: 15/3/2011 Nome: Fernando Gameleira Email: fgamel@gmail.com Mensagem: O trabalho do Valente é algo surpreendente. Eu diria que ele é mais que um artista, é um maestro que comanda uma orquestra de pessoas competentes e dedicadas. Os apaixonados por carros antigos precisam se espelhar em pessoas assim.
Meus sinceros parabéns para a AMV e para o Maxicar, que nos trouxe essa bela oportunidade.
Fernando
Data: 15/3/2011 Nome: Marco Tulio Ramos Landim Email: pumabh@ig.com.br Mensagem: Mais uma vez a fenix malzoni renasce novamente, lembrando a história dos antigomobilistas o início de uma série de carros de fibra ao qual chamamos de PUMA e a realização do sonho de brasileiros que fizeram a diferença...parabéns a todos vocês apaixonados pelo carro e a todos os clubes do Brasil que permanecem fiéis ao mesmo. Att, Presidente do CLUBE DO PUMA DE MINAS GERAIS www.pumamg.com
Data: 16/3/2011 Nome: Ricardo Sarmento Email: rsarmento3@gmail.com Mensagem: Parabéns ao Kiko Malzoni e ao André
Um árduo trabalho que produziu um excelente resultado.
abraços!
Data: 17/3/2011 Nome: Dino Dragone Email: Mensagem: Parabéns aos realizadores desta histórica empreitada. Aos poucos alguns abnegados vão recuperando a memória da história do automóvel no Brasil que é tão carente da sua preservação. Viva!
Data: 17/3/2011 Nome: Henrique Mendoça Email: henrique@mandic.com.br Mensagem: Parabens ao Andre e Miguel valente pela execucao e ao Kiko por toda essa iniciativa. O resultado e' fantastico.
Data: 18/3/2011 Nome: Ricardo Morgado Email: Mensagem: Parabéns a equipe da da AMV, em especial ao amigo André. Tive a felicidade de acompanhar o trabalho de perto. Simplesmente sensacional ! E parabéns também ao Kiko, incansável no resgate e manutenção da história de mais um ícone da industria automobilistica nacional. Que venham outros !
Data: 18/3/2011 Nome: Ronald Sperling Email: ronaldsperling@hotmail.com Mensagem: Parabéns. mais uma memória resgatada. A história está preservada e podemos mostrar para os mais novos umdos carros que fizeram a imaginação de muitos - como eu - viajar e sonhar em um dia ter um igual.
Data: 18/3/2011 Nome: JOSÉ LUIZ MASSUCATO Email: massucato.cpr@ig.com.br Mensagem: Belissimo resultado de um trabalho digno de "tirar o chapéu".Parabéns.
Data: 18/3/2011 Nome: Alex Baravelli Email: alexbaravelli@hotmail.com Mensagem: Simplesmente Magnífico!!!! Parabéns ao Valente e a todos envolvidos neste resgate. Como um Antigomobilista, sinto orgulho em ler uma matéria assim. Abraços!!! Alex Baravelli
Data: 19/3/2011 Nome: BETO SENADOR Email: BSTV7@HOTMAIL.COM Mensagem: PARABENS PELA PRECIOSIDADE. SOU UM LOUCO APAIXONADO POR VEICULOS ANTIGOS. TENHO UM KARMANGUIA 1.967 TODOS RESTAURADO. ME ORGULHO EM LEVA-LO PARA PASSEAR AOS SABADOS E DOMINGOS, E O PESSOAL FICAR ME PERGUNTANDO SOBRE O CARRO. QUANTO AO MALZONI, ACHO ELE LINDO, POIS AQUI EM GOIANIA TINHA UMA AMIGO QUE CORRIA NUM CARRO DESSES E ELE ESTA VIVO E SE CHAMA DEZINHO. EU ERA CRIANÇA E JA ERA FÃ DOS MALZONI. O CARRO FICOU SEM DUVIDAS LINDO. PARABENS A TODA A EQUIPE, RESTAURADOR E PROPRIETARIO.
Data: 1/4/2011 Nome: Marcio Marinho Email: marciomarinho@pop.com.br Mensagem: Esta história da família MALZONI é brilhante, dispensa comentários, o KIKO é uma pessoa extraordinária.mais tem que sempre ressaltar outras coisas brilhantes também, é o caso do excelente profissional o ANDRÉ,que o sobre nome já diz,VALENTE,restaurador sério e muito competente,já restaurou alguns exemplares nossos,irmaõs MAMPER,Mario e Marcio e o resultado de tudo que ele produz em cima destas raridades e surpreendente, pelos detalhes e perfeição.Estou muito feliz de ter esta oportunidade em falar ao mesmo de pessoas nobres e brilhantes em nosso convívio.
Data: 3/4/2011 Nome: antonio stricagnolo filho Email: astricagnolo@gmail.com Mensagem: Tenho 2 Malzoni's e 1 Puma DKW que foram restaurados e que foram encontrados no mesmo estado que o carro da materia.Os Malzoni's são do tipo 4 que pelo que tudo indica foram feitos mais ou menos 40.Um desses Malzoni's que restaurei esta registrado com numero 1 no chassi e no documento,seria esse o carro numero 1 da fabricação em serie da versão 4 ? Se for possivel gostaria que voces encaminhassem essa minha duvida para o Kiko Malzoni.Os carros podem ser visualizados na Garage do Bellote ou posso enviar as fotos para um e-mail indicado.Um desses Malzoni's foi emprestado para o evento dos 15 anos da Audi no Brasil.
Data: 12/4/2011 Nome: Antônio Cezar (Clube do Logus e Pointer Brasil) Email: tonycezar@hotmail.com Mensagem: Parabéns, trabalho magnífico!
Data: 17/12/2011 Nome: Nelson de Almeida Filho Email: borac@borac.com.br Mensagem: Parabéns a todos os a que participaram dessa verdadeira epopéia, desde a sensibilidade da pessoa que observou algo tão irreconhecível dentro de um ferro velho que nem de carro a era..... até ao trabalho esmerado de restauração efetuado. e os cuidados em perpetuar a memória de Rino Malzoni e da equipae Vemag, Lettry, Marinho, entre outros. Há um tempo atras conversando com um amigo comentamos a respeito dequantos valores são perdidos na história de nosso automobilismo;. Mas já há algum tempo tenho observado que muita coisa tem sido resgatada por pessoas que realmente se interessam por essa importante fase de nosso automobilismo brasileiro. Isso enche a gente de orgulho. Parabéns.Um dia espero rever esse carro pessoalmente depois de muuuuuitos anooos..