Está
certo, existem pais que dão uma ajudinha
para que o filho seja Fuscamaniaco também!
Mas, será que isto se transmite
pelo DNA?
Meu sobrinho Marcos, desde pequeno gostava de Fuscas,
mesmo não tendo tido muitos na família dele.
Mas era um tal de querer Fuscas de brinquedo, apontar
Fuscas na rua, em suma, algo que parecia estar no DNA
do menino. Ele tinha muitos Fusquinhas de brinquedo e
adorava enfileirá-los. Às vezes o chão
da sala de sua casa ficava coberto de Fusquinhas.
Quando ele conheceu o Tio Alemão, eu, ai a empatia
foi imediata, principalmente quando o Marcos, ainda menino,
foi passear de Rosinha...
O tempo passou, o menino virou um adulto, casou e veio
uma filha, a pequena e determinada Lilian. Mas com menina
o Marcos não se motivou a “dar uma ajudinha
à natureza” para que ele se tronasse uma
Fuscamaniacazinha.
Depois de dois anos a cegonha avisou que um menino estava
a caminho. Bem, agora o papo era outro e o espírito
Fuscamaníaco do Marcos entrou em efervescência.
Ele e sua esposa Mariana iniciaram a decoração
do quarto do menino, o Fernandinho. Ai a “bliztkrieg”
Fuscamaniaca foi maciça. O quarto foi decorado
com Fusquinhas até no bercinho. Parecido com o
que um pai torcedor de um time de Futebol faz com o quarto
de seu filho. Já passa de um procedimento subliminar:
foi lavagem cerebral mesmo...
Em vários pontos
do quarto foram colocados Fuscas, como no criado mudo
Detalhe
do bercinho decorado com Fuscas
Na verdade o Tio Alemão não ficou de fora
desta “blitzkrieg” e em sua viagem a Manaus
em junho de 2010, ao passear pela feira de artesanato
que é montada próximo ao Teatro Amazonas
viu uma plaquinha com Fusca que era personalizável
na hora. Não deu outra: foi confeccionada uma placa
para o quarto do Fernandinho.
Ao passar pela
barraca de artesanato, a placa personalizável
chamou a atenção do Tio Alemão
A personalização
é feita na hora com forma de letras e uma
massinha apropriada
Mas, este ano a Lilian começou a apresentar estranhos
sintomas de Fuscamania. Inicialmente ela desenvolveu um
interesse muito grande pelo DVD do último filme
do Herbie, já deve ter assistido mais de 20 vezes.
Ai em seu terceiro aniversário ela exigiu que a
decoração fosse baseada no Herbie.
Lilian não
descansou até que a decoração
de sua festa de aniversário tivesse um Herbie
A família
reunida e o vovô materno segura seus netinhos
Lilian e Fernandinho
O Marcos tem um amigo que tem um Fusca “comunitário”
lá na cidade que ele mora, no interior de São
Paulo. O tal Fusca é emprestado para quem necessitar
de um carro e a manutenção é “compartilhada”,
mas o Fusca está necessitando urgentemente de uma
reforminha mais ampla. Pois bem, o Marcos foi lá
na casa do tal amigo e “convocou” o Fusca
para participar da festa de aniversário da Lilian,
que incluiria um passeio de Fusca, mas no finzinho do
passeio o freio do valente Fusquinha decidiu fraquejar
e foi mais seguro voltar a pé.
Lilian
a bordo do tal Fusquinha comunitário
Mas os amigos que usam o tal Fusca estão se cotizando
e pretendem fazer uma reforma, que incluirá a troca
de cor. O carro será branco, a cor de predileção
do seu dono, além de ser reformado em sua parte
mecânica e estética. Afinal de contas ele
merece o carinho de todos.
Lilian e a paixão
pelo Fusca
Voltando à família do Marcos, ainda é
cedo para dizer se a lavagem cerebral feita com o Fernandinho
surtiu algum resultado, pois ele ainda é muito
pequenino.
Mas no caso da Lilian ficou provada a herança
genética, e mais ainda que tal herança independe
de sexo. Um resultado surpreendente e interessante que
mostra que a Fuscamania é genética, isto
não é inacreditável?
Não contente com a festinha de aniversário
em casa, a Lilian fez questão que a festinha na
escolinha também tivesse o Herbie como tema, e
assim foi como mostram as fotos abaixo.
O cenário
para a festinha na escolinha foi este, e o Herbie
estava na mesa, sem contar com o Fusca amarelo e os
Fusquinhas no painel
Com
somente três aninhos e tanta determinação
e carinho pelo Fusca a Lilian já é
uma Fuscamaniaca de verdade!
Mas a vovó paterna segredou o seguinte: —
“O Fernandinho, atualmente com nove meses, dentre
todos os brinquedos que tem, já demonstra um vivo
interesse e preferência pelos Fusquinhas, mas só
consegue brincar com eles quando a irmã não
está por perto porque ela morre de ciúmes
de todos os Fusquinhas que existem na casa, quer sejam
os dela, quer sejam os dele. Ela apossou-se de todos eles,
e Fernandinho, por enquanto, ainda não sabe reclamar
e nem impor a sua vontade; só sabe chorar quando
o Fusquinha é arrancado de suas mãos pela
irmã. Prevejo grandes "batalhas" pelos
Fusquinhas, entre os dois irmãos, num futuro próximo...”
A mãe da Lilian enviou informações
quentíssimas, na seguinte mensagem:
— “Você não sabe da ultima...
O livro de cabeceira da Lilian é "Eu Amo Fusca
I e II". Desde ontem (02.02.2011), que dei pra ela,
ela não os larga. Saiu também uma matéria
no jornal local sobre o Dia Mundial do Fusca, ela já
colocou em uma pasta e circula com a matéria de
baixo do braço. Uma fofa!
Mostramos a foto do "Rosinha", na contra capa
do livro, e falamos pra ela que vamos marcar um passeio.
Ela está contado os dias. Se vocês estiverem
aí no Carnaval a gente já marca um dia.
Acho que ela vai alucinar com a sua coleção
de Fuscas.”
Quem sabe no carnaval de 2011 irá prosseguir uma
saga familiar e uma nova geração irá
andar no Rosinha cultuando seu amor pelo Fusca. Algo realmente
fantástico.
Pois é, esta é uma história surpreendente,
mas quem sabe existem outras semelhantes que você
conheça. Se for o caso envie para nós no
e-mail a.gromow@hotmail.com.
Alexander Gromow
- Ex-Presidente do Fusca Clube do Brasil. Autor
do livro EU AMO FUSCA e compilador do livro EU AMO
FUSCA II. Autor de artigos sobre o assunto publicados
em boletins de clubes e na imprensa nacional e internacional.
Participou do lançamento do Dia Nacional
do Fusca e apresentou o projeto que motivou a aprovação
do Dia Municipal do Fusca em São Paulo. Lançou
o Dia Mundial do Fusca em Bad Camberg, na Alemanha.
Historiador amador reconhecido a nível mundial
e ativista de movimentos que visam à preservação
do Fusca e de carros antigos em geral. Participou
de vários programas de TV e rádio
sobre o assunto.
Muito
legal seu artigo. Por isso tomei a liberdade de
comentar direto para você. Essa teoria do
DNA é interessante e pode ser plenamente
verdade. Mas, como atesta minha foto, nem só
pelo DNA se transmite a simpatia pelo Fusca para
os pequenos. Lavínia é filha de um
casal vizinho e de vez em quando vem brincar em
minha casa. Quando chega, a primeira coisa que ela
pede são as miniaturas do Fusca que eu “mantinha”
na sala (tirei de lá depois que quebrou o
primeiro), mas acabo cedendo e deixo que ela brinque
com os mesmos. Creio, dessa maneira, estar contribuindo
para a posteridade do Fusca.
Um grande abraço.
Ideraldo Cruz
Presidente do Clube do Fusca de Poços de
Caldas.
Maxicar.com.br - O seu portal de veículos antigos
COMENTÁRIOS PARA ESTA
MATÉRIA
Data: 7/2/2011 Nome: Rogério Caldas de oliveira Email: 911.rogerio@gmail.com Mensagem: Parabéns por esta reportagem! Realmente as crianças são apaixonadas pelo Fusca! Sei exatamente o que está passando com seu sobrinho! Pois também tenho um sobrinho, o Igor de 3,5 anos, que é apaixonado pelo Fusca! Mas ele o chama de Kuka! É a primeira palavra que ele conseguiu falar, se referindo ao Fusca e ficou até hoje! Muito legal, né! Até á proxima!
Data: 7/2/2011 Nome: Gunther Brunckhorst Email: gunther@brunckhorst.com.br Mensagem: Não tenho dúvida que o DNA transmite as paixões. Além da força do DNA, a forma do Fusca, que não tem gratuitamente o apelido alemão de Besouro, é muito simpática. Não só tem a forma de um animal dócil, como anatômica para a mão de uma criança. Com todo o respeito ao seu Daimler, se oferecermos um Mercedes e um Fusca a uma criança, com absoluta certeza a criança fará o Sr. Porsche sorrir em seu túmulo. Eu já faria sorrir os dois. Um carinhoso abraço, com DNA
Data: 7/2/2011 Nome: Marcelo Meireles Bahia Email: marcelo_belem60@yahoo.com.br Mensagem: O caso de amor "espontâneo" da pequena Lílian merece ser estudado por especialistas. Afinal, como pode uma pessoa tão pequena mostrar tamanho interesse por um carro, sem nenhuma influência do mundo exterior!?! É um estranho caso de paixão por fusca pós parto. Será que pesquisando no Google encontraremos algo parecido na literatura médica? Duvido muito. rsrsrsrsrs ... Parabéns Alexander GromoVW, a paixão pelo fusca em sua família vem sendo transmitida de geração em geração, graças à fenomenal presença dela em seu DNA. Abraços, Marcelo Meireles Bahia.
Data: 7/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Rogério Caldas de Oliveira, Como eu coloquei no fim da matéria, devem existir várias situações muito interessantes envolvendo a empatia de crianças com Fuscas. Está ai a situação do Igor que cunhou um novo apelido para o Fusca: Kuka, muito bom mesmo. Grato por seu comentário! Um abraço Alexander
Data: 7/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Gunther Brunkhorst, Também acho que existem coisas sutis que se transmitem num certo nível genético talvez ainda não tão esmiuçado como o DNA. Algo mais sutil do que as partículas de ácido desoxirribonucléico, mas que igualmente têm características de transferência de características, desta feita não as físicas, como as comandadas pelo DNA, mas as do sentimento e da índole. Basta dar uma olhada em volta para ver um montão de exemplos que ainda parecem inexplicáveis, mas logo, logo terão explicações mais do que normais. Um abraço Alexander
Data: 7/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Pois é Marcelo Meireles Bahia, Inexplicável... Mas real. O Fusca tem um poder de atração incrível para crianças, e o que é surpreendente é que ele já saiu de linha há muito tempo. Mas basta colocar crianças em contato com o carro, seja por um filme, seja for brinquedos, seja levando dar um volta no carro. A mágica ocorre por si só, não há explicação. Certamente este fenômeno era muito mais freqüente anos atrás, quando o carro fazia parte do cenário das cidades. Chega a ser surpreendente que isto continue a ocorrer hoje em dia... Grato por seu comentário Alexander
Data: 7/2/2011 Nome: Ervin Moretti Email: (recebido por e-mail) Mensagem: Excelente artigo, pois existem coisas que não se explicam.
Mas, apesar do meu pai não ligar a mínima para carros, peguei o gosto por causa de um vizinho da mesma idade, cujo pai tinha uma Kombi, e nós ( meu amigo e eu) começamos com miniaturas.
Nós dois cursamos engenharia mecanica por causa de gostar de carros, cuja paixão e amizade duram até hoje.
abração,
Ervin
Data: 7/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Ervin Moretti, Realmente, concordo que há coisa que (ainda) não se explicam. Gostei de saber a história de como você acabou optando pela engenharia mecânica. Grato e um abraço Alexander
Data: 8/2/2011 Nome: Beto Cridê Email: beto@fuscacrice.com.br Mensagem: Gromow, vc sempre escrevendo de forma que visualizamos a situação, claro e didático. Excelente texto. Vale lembrar que a minha paixão por fuscas, começou com o meu Tio Sérgio, no fusca sedan 1962 azul pastel. Lembra-se da entrevista que dei para a Band News que contei exatamente isso, recebi a tal da ajudinha e hoje trabalho com este sonho de criança. O DNA existe, o meu Tio é de sangue. Parabéns! Grande Abraço Beto Cridê - www.fuscacride.com.br
Data: 8/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Beto Cridê, Grato por seu comentário sobre esta matéria. Também no seu caso foi um tio que levava você a andar de Fusca e acabou, com isto, desenvolvendo uma paixão que hoje virou profissão para você através das fantásticas personalizações de miniaturas de Fusca que você faz. Eu me lembro da entrevista na Band News sim, mas as pessoas que lerem seu comentário ficarão sem saber do que se trata; para resolver isto ai vai o link para esta entrevista: http://www.bandnewsfm.com.br/conteudo.asp?ID=415531 Vale à pena ouvir! Um abraço Alexander
Data: 8/2/2011 Nome: Sheila Email: Eukefaco@bol.com.br Mensagem: Oi Alexandre, o primeiro carro que andei na vida, era um fusca vermelho, de meu irmao, eu era bem menina e lembro-me da satisfação de ajudar a lava-lo, nas tardes de sabado para poder passear no domingo. O tempo passou, cresci e apesar de ter tido varios carros, nunca tive um fusca, o que nao impede que sempre que veja um, reviva aqueles maravilhosos momentos da minha infancia. Nao sei se é DNA, mas a paixão é eterna. abraços
Data: 8/2/2011 Nome: EDI Email: FUCAABC@UOL.COM.BR Mensagem: GROMOW
PRIMEIRAMENTE PARABENS POR MAIS ESSA MATÉRIA... E OBRIGADO... FOI UMA DICA E TANTO PARA A LETÍCIA... SERÁ ELA A MAIS NOVA FUSQUEIRA DO PEDAÇO??? SERÁ ELA A NOVA PERCUSORA DO FUSCA CLUB ABC...
AI.... TOMARA QUE ESSE TAL DE DNA FUNCIONE MESMO ... HAHAHAHAHHAAH
ABRAÇOS E PARABENS NOVAMENTE PELAS BELAS MATERIAS QUE SEMPRE TRAZ COMPLACENCIA AOS NOSSOS OLHOS E CORAÇÕES...
EDI FUSCA CLUB ABC
Data: 8/2/2011 Nome: Romeu Nardini Email: meco98@uol.com.br Mensagem: Mestre Gromow, acredito que as explicaçõs para a Fuscamania, dariam assunto para um século de conversas. A tese do DNA é uma delas. Mas no caso do Fusca tem uma caracteristica que eu acho muito interessante. É uma coisa chamada carisma. Não conheço outro carro que tenha tanto. Talvez por ele ser sempre associado a um "bichinho", atraia tanto as crianças. Essas crianças crescem, ficam adultas, envelhecem, voltam a ser crianças novamente e continuam apaixonadas pelo Fusca. Acho que é por isso que mesmo os jovens de hoje, que não tiveram a sorte e a felicidade de fazer parte da "geração Fusca", como nós, se apaixona, é fã, idolatra o Fusca, enfim se tornam autenticos Fuscamaníacos.
Data: 8/2/2011 Nome: jean gomes nogueira Email: jean_gn44@hotmail.com Mensagem: olá caro amigo alexander. muito legal a matéria com certeza é algo genetico no dna,uma historia mas ou menos semelhante aconteceu comigo na época que eu tinha 5 anos meu tio possuia um fusca prata muito lindo um dos unicos do bairro em que moravamos no grande ABC ai em são paulo na época,era todo ajeitado lembro que eu admirava muito esse fusca mas em 97 ele como um apaixonado por motos de maior cilindrada trocou o fusca em uma Honda CB 450,eu não gostei muito da troca mas foi o jeito,em 2000 aos meus 10 anos ja meio que desligado do fusca,comecei a gostar de opalas por ser um carro forte ter varios em provas de arrancadas,capas de revistar me encantei,mas a historia com o fusca não tinha chegado ao fim foi quando conheci um namorado da minha tia jakson douglas recem chegado de minas gerais a amizade cresceu e em julho de 2000 ele comprou o opala mas velho do bairro que eu vivia admirando por ser um 75 teto vinil motor era 6 cc não era original e ainda era todo podre de lata ele compro para me ensinar a dirigir 200 reias a compra do opala mas como o carro não tinha documento e o motor so funcionou o primeiro dia não deu de aprender a dirigir so deu de aprender mecanica,pois fuçamos o motor todo,um mes depois ele vendeu o opala e comprou um fusca 84 branco bem alinhado,ai sim desperta o sentimento novamente do fusca foram muita diversão ele me ensino a dirigir e desde então me contaminei com esse virus fuscamaniaco,e acredito que aqui em casa ja contaminei todos até a minha irmã mas nova de 10 anos que adora o fusca,bom caro amigo deixo um grande abraço aguardo outra visita a manaus hehe e quem sabe quando eu for por ai não tire uma foto na rosinha.lembranças a esposa e a familia fiquem com deus.
Data: 8/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Cara Sheila Palhano, A sua frase “mas a paixão é eterna” certamente está na mente de muitos dos que amam o Fusca. Foi interessante conhecer um pouco de sua infância e das “lavadinhas no Fusca do mano” em troca de umas voltinhas no domingo. Acho que você não foi a única... Grato por seu comentário Um abraço Alexander
Data: 8/2/2011 Nome: Jorge Purgly Email: jorgepurgly@gmail.com Mensagem: Caro Alexander. Lindas fotos! Parabéns pelo artigo.
Data: 8/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Edivaldo Hidalgo Fernandez – EDI
Estou na torcida junto com você e com a “Primeira Dama” do Fuca ABC para que a Letícia, a “Primeira Filha”, herde a Fuscamania paterna. Isto seria muito bom, mas se não for este o caso o importante é que ela venha com saúde e seja uma menina muito feliz! Grato por seu gentil comentário Alexander
Data: 8/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro amigo Romeu Nardini, Interessante, o assunto que você levantou, ou seja “a Geração Y de Fuscamaniacos” agora já tinha despertado a minha atenção. Jovens que nasceram depois de 1986 e que eram muito jovens entre 93 e 96, mas que desenvolvem um “amor consciente pelo Fusca”, ou seja, algo assumido por uma opção mais do que por uma imposição do meio (o que nós dois chamamos de “geração Fusca”), como podia ocorrer quando nas estradas se não fosse um Fusca era uma Kombi... Noto centros onde o movimento Fuscamaniaco passa por um renascimento, como é o caso de Belo Horizonte, para citar um exemplo dentre outros. É também para esta geração que pretendo transmitir conhecimentos sobre a história do Fusca e sinto que eles mesmos querem saber mais sobre as origens do carro. Isto reabre a possibilidade da manutenção do hobby por um tempo maior, apesar da crescente dificuldade para manter os carros em condições originais... Acho que estamos testemunhando o surgimento da geração dos Fuscamaniacos por opção, que curtem o seu hobby com um alto grau de tecnologia aplicada. Ai entra a colaboração do Portal maxicar na divulgação do seu e do meu trabalhos que servem de balizamento para as pesquisas desta “geração Y de amantes VW”. Grato por seu comentário Alexander
Data: 8/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Jean Gomes Nogueira, Bela história, onde a participação de Fuscas, motos e Opalas resultaram em sua escolha pelo Fusca. E foi isto que permitiu que nós nos conhecêssemos lá em Manaus em junho do ano passado, Quando vier a São Paulo vamos fazer a foto que você gostaria de ter, é só combinar. Grato pela interessante história e por seu comentário. Um abraço Alexander
Data: 9/2/2011 Nome: Antonio José Borges Email: antoniojoseborges@ig.com.br Mensagem: Caro amigo Alexandre
Parabéns pela materia, bem estou na Africa onde vou ficar por 2 anos. já encontrei 2 fuscas e estou negociando a compra de um ano 78 com volante do lado direito. tem as fotos que encontrei 2 fuscas sendo um está roando e o outro faltando peças e tb uma Kombi nesse fim de semana vou tirar fotos melhores está no meu Blog.
um grande abraço
Borges
Data: 9/2/2011 Nome: Euclides Valente Soares Email: (recebido por e-mail) Mensagem: Amigo Alexander, você está mudando a definição do conceito de "fanático"! Muito bom! Abraços,
Data: 9/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro e admirado amigo Euclides Soares, Acho que falar de fanatismo no contexto do artigo é algo que não se encaixa lá muito bem. Estamos falando de uma menina de três anos de idade, uma infante, que desenvolveu um pendor pelo Fusca seja por que motivo tenha sido. Tampouco se sabe por quanto tempo este estado de coisas irá perdurar... A foto da Lilian segurando o seu Fusca Herbie como outra menina seguraria uma bonequinha é, no mínimo, surpreendente. O que dizer de suas atitudes. No meu entendimento, fanatismo é um mal que assola de adolescentes para cima e soe ser um péssimo conselheiro, mesmo se for o fanatismo por uma marca ou carro. Gostar de um carro, mas manter o senso crítico sobre tudo que o envolve, visto de uma maneira ampla, é a melhor das soluções – evita cometer erros e, conseqüentemente, dissabores. Grato por seu comentário. Um abraço Alexander
Data: 9/2/2011 Nome: Strube Email: Mensagem: Gostei do artigo e sempre leio suas crônicas. Fico aguardando o proximo! Abraço
Data: 9/2/2011 Nome: Walter Anesini Email: (recebido por e-mail) Mensagem: Meu caro Gromow ,
Até me lembra os comentários que surgiram quando comecei a me ligar em carros antigos , só que com mais de 50 , quando comprei o Maverick em Penápolis . Diziam que era DNA adormecido , pois o meu pai tinha sido mecânico por mais de 50 anos e de alguma forma a ferrugem tinha passado ( ou estava circulando ) em minhas veias e então começou a se manifestar . Realmente , este tipo de interesse pela preservação das idéias e soluções que foram adotadas há muitos anos sempre me interessou e o instinto de preservar o que for possível é muito bom .
Espero que a Rosinha tenha uma herdeira futuramente e que a preserve .
Gostei também do site www.maxicar.com.br associado , com muitas raridades à venda .
Um abraço
Walter Campinas
Data: 9/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Walter Anesini, O seu depoimento é muito interessante, certamente há a influência de seu pai e do tempo que você acompanho o trabalho dele. Deve ser por este motivo que você é um colecionado tão meticuloso no que se refere à restauração de seus carros. Grato por seu comentário Gromow
Data: 9/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Jorge Purgly,
Grato por seu comentário e pela oportunidade de esclarecer que as fotos foram enviadas pelo Marcos, pela Mariana e por familiares. Sim concordo, são fotos muito bonitas. As únicas que são minhas são as de Manaus – quando a plaquinha do quarto estava sendo personalizada para o Fernandinho.
Um abraço Alexander
Data: 9/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Salve Antonio José Borges! Um post da África, muito bom. Conheço gente de Fusca na África do Sul. Grato por seu comentário e uma boa estada ai na África. Um abraço Alexander
Data: 10/2/2011 Nome: Ideraldo Cruz Email: ideraldo_cruz@uol.com.br Mensagem: Gromow, legal seu artigo! Enviei umas fotos de minha vizinha, a Lavínia, de 1 aninho que também adora Fusca! Será que podemos dizer que o futuro do Fusca está garantido?
Um abraço do Clube do Fusca de Poços de Caldas.
Data: 11/2/2011 Nome: Paulo Bompastor Email: paulo@dispertar.com.br Mensagem: Gromow, Tenho certeza que sim!!! Meu neto, Lucas, 3 anos, desde os primeiros passos que adora meu Karmann Ghia 1972, amarelo manga, de quem Ele sente falta e não passa mais de uma semana sem dar uma voltinha comigo.
Data: 12/2/2011 Nome: Abrahão Email: jrabrahao@terra.com.br Mensagem: vou mandar sua matéria para o setor de biologia molecular, quem sabe alguma novidade aparece entre as guaninas e tirosinas da vida. O mais importante é cultuar a memória através do respeito e de um convivio sereno. Como disse nosso amigo em comum, Ervin, "amigomobilista", acho que esse é o segredo da transmissão genética entre os fuscamaníacos, amizade. Parabéns pela matéria. Abrahão
Data: 14/2/2011 Nome: Juliano Dalla Rosa Email: julianodr@uol.com.br Mensagem: Meu amigo Gromow..
Excelente artigo.. Sei bem o que é isto.. Em casa ja tenho a minha geração Z que é apaixonada pelo Fusca.. ou Fuca como ela dizia com seus 3 aninhos... E se deixar o Fuca dela sera eternamente rosa.. que nao tem nada a ver com seu sobrenome.. e sim com a cor propriamente dita.. afinal ela tambem gosta de Barbie e da cor rosa...rsrsrs
Abs
Juliano D. osa
Data: 15/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Ideraldo, A história da Lavínia é muito interessante, apesar do início meio desastrado... Contando com ela e com os demais depoimentos que estão chegando podemos dizer que o Fusca continua a exercer o seu “magnetismo” também em crianças. Isto é uma boa base para uma continuidade, mas caba a nós deixarmos uma estrutura que permita a esta geração que não viverá na “ers do Fusca” dar continuidade ao trabalho que está sendo feito agora. Certamente estes exemplos são uma motivação a mais! O seu relato com foto deverá fazer parte da matéria em breve... Grato e um abraço de volta a todos do Clube do Fusca de Poços de Caldas e em especial a você Alexander
Data: 15/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro Paulo Bompastor, Neto? Você está em boa forma meu caro! Bem se vê que o Lucas é sofisticado, o negócio dele é um Karmann-Ghia. Agora eu me lembro do Dr. João do Amaral Gurgel que começou a sua empresa MACAN fazendo miniaturas de Karmann-Guias que eram perfeitas, com motor a explosão e tudo mais, veja nesta página de meu Site sobre o Gurgel http://www.gurgelbrasil.com/GURGEL-livro-PAG_02.htm. Imagino se você tivesse a oportunidade de dar uma destas miniaturas para seu neto... Acho que eu fui fundo demais na história. Grato por seu comentário Alexander
Data: 15/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro amigo Abrahão, Sim, a fórmula que você esquematizou para se obter a transmissão genética entre os Fuscamaniacos apresenta componentes importantes, certamente é uma garantia de sucesso na transmissão do amor pelo Fusca, seja por DNA ou não. Aproveito para desejar uma boa palestra lá no Oswaldo Cruz sobre Antigomobilismo – certamente você tirará de letra! Um abraço Alexander
Data: 15/2/2011 Nome: Alexander Gromow Email: a.gromow@hotmail.com Mensagem: Caro amigo Juliano, Então que o carro se sua filha seja cor de rosa “Barbie”, porque não? Aliás, como falamos em Tiradentes, quando o seu clube tiver a “Ala Feminina” certamente irão aparecer vários Fusca da mesma cor, que é uma cor preferida por elas. Eu estou realmente surpreso com a quantidade de meninas que desenvolvem amor pelo Fusca, acho que teremos várias Presidentes de clubes em futuro próximo, o que eu acho muito bom. Em tempo a própria VW do Brasil lançou anos atrás uma série de Fuscas especial para mulheres cor de rosa e com gancho para dependurar as bolsas... Um grande abraço Alexander
Data: 31/10/2011 Nome: Eduardo Email: duardus@hotmail.com Mensagem: Olá, eu acredito e muito nessa história de genética, pois aconteceu comigo. Vou contar resumidamente. Fui criado pela minha mãe e padrasto desde meus 4 anos, tive pouquissimo contato com meu pai genético, até uns 2 anos de idade, depois disso algumas raras vezes eu encontrei. Pois bem, meu padrasto nunca foi fã de fusca, muito pelo contrario.. sempre falou mal do carro. Mas a minha simpatia sempre foi grande, sempre que tinha desenhos na escola, o besou era o escolhido. Bom resumindo um pouco mais, cresci, vendi minha moto pra comprar um fusca, Mas a questão é a seguinte.. após uns 10 anos sem ver meu pai biológico, fui visita-lo de fusca. Chegando lá, a familia dele toda reunida, não acreditava no que estava vendo. Era um fusca identico a um dos que meu pai tinha. Bom, acho que nem preciso dizer mais nada sobre a emoção que ele sentiu. Ele um mecanico, apaixonado pelos aircoled, vendo o filho tendo o mesmo gosto.