• MATHEUS MARQUES
Antigomobilismo vs obsolescência programada No meio
antigomobilista, existe uma infinidade de comportamentos
dos proprietários em relação
aos seus possantes, desde os mais ciumentos, que evitam
o uso frequente, até os mais desapegados, que
põem os antigos na pista e pé-na-tábua.
Nesse meio do caminho, um sem-número de variações
de todas as sortes. Todos em nome da preservação
do carro antigo, seja voluntariamente ou não.
A verdade é que é essa classe, sobretudo,
que mantém vivos e palpáveis a história
do automóvel e seus protagonistas.•
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• MÁRCIO ANTÔNIO
SONNEWEND
Brasinca 4200 GT - Uirapuru, um verdadeiro esportivo
brasileiro Estudo
carros brasileiros antigos desde a década de
1960. Quando recebi o convite, o primeiro carro que
me veio à mente foi o Uirapuru, pois na minha
cidade, São José dos Campos, sempre
passava por mim um Uirapuru branquinho. Claro nunca
mais me esqueci deste esportivo fascinante, e é
dele que quero falar nesta coluna. Baseado em relatos
e dados históricos, fui a um passado não
tão distante, para relembrar um carro de uma
época que marcou o início do surgimento
dos fabricantes independentes de carros esportivos
no Brasil. •
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• SAMUEL MARTINS
As Séries Especiais produzidas no Brasil Colecionador
de propagandas de automóveis desde que tinha
apenas 8 anos, o publicitário Samuel Martins
nos trás a lista de todas as Séries
Especiais de automóveis até hoje (06/2012)
produzidas em nosso país. Um artigo de consulta
permanente.•
SAIBA MAIS
• CARLOS EDUARDO SEIXAS
Restaurando o tempo A Bahia tem
uma inquestionável vocação para
o pioneirismo! Foi palco do “achamento”
do Brasil e sua capital – Salvador – a
primeira cidade construída e transformada em
sede administrativa. Com o antigomobilismo, infelizmente,
a história foi um tanto diferente, apesar do
início promissor: acolhemos o quinto carro
a rodar em terras brasileiras, um Clément Panhard
1900, importado da França pela família
Lanat.•
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• FRANCIS CASTAINGS
Os carros da minha vida Meu pai era
francês, engenheiro e chegou ao Brasil para
trabalhar em 1953. Estava no Rio de Janeiro de passagem
e vindo para Belo Horizonte, queria comprar um Citroën
Traction tendo sido desaconselhado. Diziam que por
aqui havia poucos mecânicos especialistas na
marca francesa e que seria melhor comprar um carro
americano que estava muito mais presente nas ruas
que os do velho continente. •
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• MAURÍCIO MORAIS
Arte Automotiva: o registro da paixão Foi com tremenda
alegria que recebi o convite para escrever como colunista
convidado no site Maxicar.com.br. Tema livre, oba,
então naturalmente o assunto que irei discorrer
trata-se daquilo que tem sido minha vida nos últimos
5 anos: Arte Automotiva. Sempre trabalhei com ilustração
e design gráfico, mas nas horas vagas usava
meu dom de desenhar para relaxar desenhando carros.
•
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• ALEXANDRE MURAD NETO
Antigomobilismo e solidariedade Tudo começou
nos idos de 1985, quando após dez anos de labuta
em medicina, já cansado de fazer plantões
aqui em São Paulo e com algumas economias,
resolvi me aventurei na compra de um auto antigo:
um Karmann-Ghia 1970 vermelho.•SAIBA
MAIS
• ANDRÉ CANDREVA
Uma paixão de criança... Amigos, minhas
lembranças da infância me remetem a um
passado nostálgico. Vivi momentos marcantes
e felizes sem me dar conta disso. Era uma época
diferente. Sem a pressa dos dias atuais. Recordo-me
de uma viagem a Ouro Preto/MG feita em um Corcel marrom,
duas portas, no ano de 1978 e que até hoje
me lembro perfeitamente do barulho suave do motor.
•SAIBA
MAIS
• ANDRÉ GOMIDE
Sim. Santo de casa faz milagres! Temos que ter
a noção de que nossas atitudes influenciam
outras pessoas a descobrirem seus talentos, a espantarem
seus fantasmas. De mero observador, a região
do Grande ABC paulista, berço do automóvel
no Brasil, passou a ser protagonista no movimento
pela preservação da história
do automóvel no País. Mas a “peleja”
está apenas começando.•SAIBA MAIS
• ERVIN MORETTI
Antigomobilismo ou Amigomobilismo? Já faz
certo tempo que venho matutando sobre este tema, pois
as relações entre as pessoas sempre
foi um assunto que me fascinou. Também escrevo
por não concordar com uma frase que ouvi de
um colecionador, de que a gente entrava no meio do
antigomobilismo por paixão e ficava por vaidade..
•SAIBA MAIS
• RUBENS PERLINGEIRO
Entre tapas e beijos Meus ancestrais
nunca tiveram dom para negócios. Meu avô
comprou um circo e o anão cresceu. Meu tio
foi dono do único motel que faliu no Rio de
Janeiro. Dizem que ele anotava as placas dos carros
e mandava cartões de Natal para os clientes.
Além disso, minha tia batia nas portas dos
quartos para vender cosméticos. •SAIBA MAIS
• EDUARDO OLIVEIRA
E se eles voltassem? Minha releitura dos clássicos
nacionais Quando se fala
em releitura, vem à cabeça que a indústria
anda sem idéias. Alguns dizem que tem que se
pensar pra frente e deixar os carros velhos descansarem
em paz. Isto até pode ter um fundo de verdade.
•SAIBA MAIS
• DINO DRAGONE
Galaxies: os novos reis do Rio Difícil
não começar um texto sobre os encontros
dos Amigos do Galaxie sem uma série de adjetivos
que exprimam toda a sua magnitude e grandeza, mas
até o encerramento do nosso primeiro evento
no Rio de Janeiro, em parceria com o Veteran Car Club,
a palavra que não saia da minha cabeça
era "INCERTEZA".•SAIBA MAIS
• MARCO REBULI
Você já conversou com seu auto antigo? Você
já se pegou falando com seu carro antigo? Seja
sincero, quando após algumas semanas você
vai até seu auto antigo, em sua garagem protegido
pela capa, toca-o e pergunta: — E ai meu velho,
como esta você?•SAIBA MAIS
• ARNALDO KELLER
Corcel I para recordar o Renault 12 Estava eu em
Pirassununga, SP, saindo a pé da oficina do
Zé Luís, onde deixara o carro da minha
mulher, quando vejo ali na rua, parado, um Corcel
I de cor bege clara. Sempre tive uma quedinha pelo
Corcel I, principalmente os últimos que saíram,
os do capô com as elevações quadradas
logo acima dos faróis.•SAIBA MAIS
• BETO GIGLIO
Um amigo chamado Fusca Um dos carros
mais importantes da história do automóvel
no Brasil. Eu poderia escrever vários dados
técnicos e numéricos, mas isso você
já conhece bem. Hoje vou falar um pouco sobre
a visão de um entusiasta desse carrinho famoso.•SAIBA MAIS
• EDUARDO RODRIGUES
Os carros de 1968 Época
de revolução na política, na
cultura e nos costumes de toda a humanidade, 1968
foi um ano mundialmente histórico em virtude
de todos os fatos então ocorridos. Jovens ouviam
e cantavam “Alegria Alegria”,
de Caetano Veloso, “Roda Viva”,
de Chico Buarque e “Pra não dizer
não falei das flores”, de Geraldo
Vandré, músicas que incitavam a repulsa
e indignação contra o regime militar
brasileiro.•SAIBA MAIS
• FELIPE NICOLIELLO
Puma, eterna paixão! Muito já
se falou de Puma, mas sobre a fábrica e seus
produtos pouco se ouve falar. Vamos falar da Puma,
não do esportivo, mas da indústria,
um exemplo de empresa dentro de sua época.
.•SAIBA MAIS
•
HÉLIO MARQUES
O resgate do 1000 SP, um carro do Peru Esta é
a historia de uma grande aventura, que consistiu em
ir a um pais distante, movido pela paixão automobilística.
Servirá para transmitir esta experiência
aos leitores, mostrando que paixão e determinação
concretizam nossos sonhos e temperam a vida. •SAIBA MAIS
•
ANDRÉ PRETO
Quanto custa o seu sonho? O orçamento
tá meio curto pra entrar literalmente numa
banheira? Tranquilo! Os anúncios na internet
estão a mil, e a cada dia novas ofertas se
apresentam ao potencial comprador, ao curioso, ao
amante de plantão e ao colecionador.•SAIBA MAIS
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