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Mascotes de capô
(Ornamentos)
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| Spirit of Ecstasy |
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| A partir do alto: Ford
A 1931, Packard 734 Speedster 1930 e Pierce Arrow,
1934 |
Nos carros das primeiras décadas do século
passado, era muito comum serem colocados mascotes (enfeites)
nos capôs.
Salvo o termômetro externo do Fordinho, que era
mais um utilitário do que enfeite, carros como
Bugatti, Bentley, Packard, Plymouth, Cadillac e outros,
chegavam a ostentar reais obras de arte em seus capôs,
algumas levando até a assinatura de seu escultor
na base.
Feitos em vidro de alta qualidade, prata, cristal, níquel
e outras ligas metálicas, retratavam temas variados:
nus, aves e animais de diferentes formas, figuras mitológicas,
cometas.
Muitas ficaram célebres como a cabeça de
águia, preferida pelos oficiais nazistas, mas a
mais famosa é o ícone SPIRIT OF ECSTASY
(escultura de uma dama de braços abertos para trás,
usando roupas esvoaçantes) praticamente “fundida”
à marca Rolls Royce.
Símbolos de luxo e status, tais ornamentos têm
deixado de incorporar novos modelos por diversas razões:
• Estilo – o seu é suficientemente
“chiquetérrimo” para desfilar um?
• Legislações de segurança
– imagine ser atropelado ou atropelar um desses!
• Custo de fabricação – risco
de roubo (rouba-se até emblemas da Volkswagen hoje
em dia!).
Parte da biografia do automóvel, com histórias
bastante interessantes (pesquise e se surpreenderá!),
resta apreciar exemplares remanescentes em automóveis
antigos (+ de 50, 60 anos) em museus ou eventos de antigomobilismo.
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