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A saga do Fusca radiopatrulha que quase virou sucata

A saga do Fusca radiopatrulha que quase virou sucata

Aposentado depois de mais de 30 anos de bons serviços, ele foi salvo da burocracia 

Durante mais de 30 anos a Delegacia de Taubaté, no interior de São Paulo, contou com os valorosos serviços de um Fusca 1300, sempre nas cuidadosas mãos do investigador Arnaldo Barbério, que não permitia sequer que outra pessoa o guiasse. A história da amizade entre o policial e o Volkswagen foi tema inclusive do Jornal Folha de São Paulo, em agosto de 2009, quando o carro estava prestes a se “aposentar’.

O Fusquinha e seu companheiro de trabalho em reportagem da Folha em 2009
O Fusquinha na ativa e seu companheiro de trabalho em reportagem da Folha em 2009

Último Fusca radiopatrulha daquela cidade, seu destino já estava traçado pela insensibilidade da burocracia governamental: seria doado ao Fundo de Solidariedade do Palácio dos Bandeirantes e o valor da venda — como sucata — revertido para a instituição. Enquanto isso, foi largado ao relento e rapidamente foi se deteriorando…

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A radiopatrulha prestes a ser leiloada

Mas o Clube de Autos Antigos de Taubaté (CAAT) — que já acompanhava a história do carro desde a época em que ele estava na ativa — manifestou por várias vezes o interesse em compra-lo e mantê-lo preservado. Infelizmente, todas as tentativas de salvação foram em vão e o carro acabou indo a leilão no final do ano passado.

Foram muitos os obstáculos legais, os imprevistos e reviravoltas envolvidas nesse história que, tudo indicava, teria um triste desfecho. Mas não! Por R$ 2.900,00 o CAAT acabou vencendo a burocracia conseguindo arrematar o ‘velho policial’, que agora será restaurado.

Quer conhecer essa verdadeira epopéia em detalhes? Visite o site do CAAT.

 

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